18 julho 2021

A vida é breve...

Oi gente!

Como vocês estão? Eu tirei o dia de hoje para escrever. Faz tempo que não faço isso e confesso que estou com saudades. Essa semana foi cheia de surpresas, umas boas outras ruins. Na sexta-feira fiquei sabendo pela TV, no canal do Balança Geral MG que a influenciadora digital Júlia Hennessy Cayuela tinha morrido. Fiquei em choque sem acreditar e chorei, porque quando eu tinha Instagram eu a seguia lá para meados 2016 até 2019 e ela me inspirava à prática de atividades físicas e a viver a vida como se fosse o último. Ela se foi tão precocemente e isso me fez refletir sobre a vida... em como ela é breve. 

Hoje minha mãe ligou para a minha tia Dete que morava em Alcobaça-BA e hoje vive no Ceará. Acho que nunca comentei dela, mas quando meu pai faleceu em 2016 ela deu todo o suporte emocional para encararmos o luto. Naquela época eu nem tinha apetite, mas ela fazia comidas tão gostosas e apetitosas que mesmo sem estar com fome eu comia e no paladar eu sentia todo o amor e carinho dela em nos acolher naquele momento tão difícil. A junção desses dois acontecimentos me fez refletir. Como é difícil encarar a morte, eu sei que com o passar do tempo ainda terei que passar por essa dor novamente porque ninguém dura para sempre... e só de pensar nisso eu fico com o coração apertado. Esse medo é natural de todo o ser vivo, já que é uma experiência muito ruim de passar. 

Às vezes eu me pego em pensamentos e fico lembrando dos momentos com meu pai, que foram poucos e me arrependo de não ter sido mais unida à ele. Mesmo com as particularidades que tínhamos, ele era meu pai e fazia parte da minha família. Se eu soubesse que 2015 seria o último ano dele em vida conosco, eu teria feito aquele ano mais que especial. Já se passaram 5 anos desde a morte dele e ainda sinto saudades, muitas coisas que acontecem na minha vida refletem no jeito de ser do meu pai e de seus famosos palavrões. Não parece mas a maioria dos palavrões que eu pronuncio, eu lembro do meu pai que falava à beça e automaticamente eu rio junto com minha mãe, relembrando os momentos divertidos que meu pai proporcionou dentro de casa com a gente e com os cachorros. 

Acho que é assim que meu pai quer que a gente se lembre dele, de uma maneira feliz. Mantenho em minha memória apenas as lembranças felizes e até excluí as discussões que predominavam. Não sei como é após a morte, mas gosto de pensar que é repleto de paz para aqueles que foram merecedores aqui na Terra. Eu sempre peço à Deus que me deixe ficar por um bom tempo aqui, porque quero realizar muitos planos e ficar o máximo de tempo com minha família (mãe e irmão). Depois da morte do meu pai e acompanhando a Júlia até 2019, eu aprendi a dar valor aos momentos únicos, agradecer por estar viva e aproveitar a vida ao máximo, como se fosse o último dia. 

Por isso, mesmo sendo diagnosticada com depressão e ansiedade, eu tento manter o máximo de otimismo e viver com alegria. Claro que tem dias que eu não quero sair da cama, não quero estudar ou fazer algo útil... mas me esforço para me superar e fazer do dia presente mais que especial. Hoje eu demonstro todo o amor que sinto pela minha família e também aos meus animais de estimação. Prometo a mim mesma que voltarei a cuidar mais de mim, do meu interior, da minha saúde e do meu intelecto. Além de superar os medos e desafios, pois só vivemos uma vez e é através dessas provações que damos valor ao que é obtido e com isso somos mais fortalecidos. 

Dessa reflexão eu espero que você viva, se arrisque, seja otimista e demonstre amor àqueles que você considera, a vida é breve e não sabemos qual será nosso último dia. 


Até a próxima!
Beijos.

3 comentários:

  1. Olá, eu não conhecia essa influenciadora digital, mas vi nos noticiários, é chocante mesmo. Essa semana uma sobrinha do meu marido perdeu a bebezinha dela de 4 meses, ela mamou e a mãe colocou pra dormir, qdo a mãe voltou ela já estava morta, fiquei muito triste e pensativa sobre isso também. A morte é algo tão dolorido e misterioso, que só de imaginar, eu entro em Pânico. Eu também sinto muita falta do meu pai, mesmo oito anos depois eu me acostumei de certa forma com a ausência dele, mas a falta e a saudade, essas não passam nunca. A vida realmente é muito passageira o melhor a se fazer é entregar tudo nas mãos de Deus, e aproveita-la ao máximo ao lado das pessoas que amamos.

    Pinkiss 💋

    ResponderExcluir
  2. Eu não tinha visto da influenciadora, agora que você comentou fui dar uma olhada e fiquei chocada. A vida é só um sopro mesmo.
    Eu perdi meu avô paterno ano passado de covid, na família do meu pai total foram 7 mortes ou mais pelo vírus... Complicado..
    Beijos!
    https://www.pamlepletier.com/

    ResponderExcluir