Oi gente!
Como prometido, aqui vai o restante da retrospectiva do meu ano de 2025 em fotos e relatos.
Centro de BH, mês de julho, indo para o trabalho e no caminho me deparo com essa cena, o ipê rosa tão lindo decorando o ambiente que às vezes é despercebido e rústico. É maravilhoso a natureza e seus encantos, que num simples gesto, chamou minha atenção e eu não perdi meu tempo para fotografar.
Na metade do ano de 2025 eu criei vergonha na cara e me matriculei na academia, foi uma terapia no início, estava animada e disciplinada, ia todos os dias depois do trabalho.
Nas caminhadas ao trabalho, tirava algumas fotos durante o trajeto, ainda mais quando o dia estava lindo
Sempre na Bacio, kkk
Mais um clique na academia, que depois de uns meses, parei de ir porque desanimei... não via resultado algum, achei perda de tempo, sabe? Ainda mais quando aumentou a mensalidade (para uma academia com pouca estrutura). Aí como no meu bairro iria inaugurar uma academia melhor e mais perto, saí dessa perto do trabalho para me matricular na academia próxima de casa, mais conceituada.
No MP tem vários gatinhos e quando tinha dias frios, eles ficavam perto ou em cima dos capôs dos carros para se aquecerem, achava tão lindo que tirava fotos para guardar de recordação.
Depois de 14 anos sem pisar os pés no Pátio Savassi, apareci.
Julho foi um mês difícil, porque minha cachorrinha caçula fraturou a patinha esquerda dianteira e eu não tinha um centavo sequer para pagar a cirurgia dela... Chorei tanto, me senti impotente, inútil e fracassada. Tentei conseguir cirurgia na clínica pública veterinária de BH, porém, ela não tinha sido selecionada no sorteio interno que tem lá, então teria que custear tudo e num curto período de tempo, pois já tinha gastado o dinheiro do salário e estava literalmente na fossa. Tentei vakinha virtual e não consegui nenhum centavo.
Foi aí que minha amiga Lari, que tem um coração gigante, amiga de verdade, uma verdadeira irmã, viu o meu sofrimento e me emprestou seu cartão de crédito para eu conseguir pagar a cirurgia da minha Lily. Aí estava ela, recém operada, no colo da minha mãe e posturada para a foto que eu mandava para a "tia Larissa", agradecendo por tudo! No final do ano, paguei a dívida que eu tinha com ela e ainda a presenteei com uma linda Vivara. 💕
Sou eternamente grata por toda a ajuda e espero no futuro poder recompensá-la mais ainda por ter me ajudado, por ter sido uma amiga nos momentos difíceis e estar ao meu lado nos dias em que mais precisei de ajuda... Se você estiver lendo isso amiga, obrigada mais uma vez! Amo você!
Na casa própria do GALO
Um recado que vi no muro do Mineirão uma vez, tirei foto porque é a mais pura verdade, só não sabia que isso aconteceria na minha vida e com o passar dos meses eu perderia duas pessoas importantes na família...
Me mimando kkk
Inauguração vip na Arena MRV, fui uma das primeiras a ver, o lugar ficou aconchegante
Época do ipê amarelo
Curti o show de camarote do Jorge e Mateus e que show, meus amigos, foi maravilhoso!
Show de luzes em BH, eu estava
Meu filho, tirei essa foto e mal sabia o que vinha a seguir... meu bebê começou a ter uns sintomas estranhos em agosto e em setembro levei ele ao veterinário para uma consulta e após uma bateria de exames veio o pior diagnóstico: cinomose e doença do carrapato, duas doenças severas ao mesmo tempo. Já tinha gastado dinheiro no pós operatório da Lily e aí gastei mais de R$ 1.400,00 com exames, transporte e medicamentos (fora as parcelas da dívida que fiz com minha amiga para pagar a cirurgia ortopédica da Lily). Nesse mês gastei muito dinheiro e trabalhei muito para tentar repor o prejuízo. No final, gastei dinheiro com soroterapia com meu filho (tinha que levar todos os dias na clínica veterinária, passava raiva com carros de aplicativo e tudo mais, fora que tanto eu quanto meu cachorrinho ficávamos estressados com tudo isso, foi um inferno).
E sabe o pior? A cinomose apareceu por um descuido meu, já que esqueci de aplicar a vacina reforço contra essas doenças e a doença do carrapato me matou de ódio porque meus cachorros não tem parasitas, em casa não há carrapatos... até hoje me pergunto como ele pegou essa doença, ou como esse maldito carrapato picou ele e transmitiu a doença ao meu anjinho de quatro patas.
No final, o tratamento não serviu de nada, gastei dinheiro a toa e teria sido melhor fazer a transfusão sanguínea, que é caríssimo também. Como estava endividada, acabei optando por não fazer, por não ter o dinheiro para dar continuidade ao tratamento e hoje, meu cachorrinho mantém os cuidados paliativos, porém não é mais como antes... está mais magro, perdeu uma boa parte dos pelos, uma hora está bem, fortalecido e animado, outras vezes está triste, sentindo dores, apatia, não se alimenta e vive dormindo.
Num momento desses, eu tenho ódio de ser pobre e não ter dinheiro o suficiente para cuidar do meu cachorrinho, que merecia o mundo, porque ele é o ser com a alma mais pura do universo! Mas às vezes eu vejo a vida e percebo que não dá para mudar o futuro, não dá para impedir as coisas ruins de acontecer e o que me conforta é que eu tentei fazer de tudo por ele e ainda continuo lutando para ele sair dessa situação e viver saudável. Sempre peço a Deus para deixar ele mais tempo comigo, mas se for sofrimento demais para ele, para levá-lo sem sofrimento e confortar o meu coração, porque no final desse ano eu só tive sofrimento, perdas significativas e nenhuma vontade de continuar vivendo.
Nesse dia, aconteceu o evento Ore Comigo, na qual participei e quando foi o show do Fernandinho eu segurei a emoção na hora, mas quando estava indo embora para a casa eu chorei tanto. Porque lembrei dos tempos que eu ia na igreja, lembrei de quando eu estava mais presente de Deus e o quanto eu O buscava, ainda mais nos momentos difíceis. Hoje sou considerada desviada e tenho zero vontade de ir numa igreja... tenho ranço de crente porque acho 95% deles falsos, julgadores e moralistas. Após a pandemia, tive a convicção de que não preciso estar numa igreja para ser do bem ou para ter Deus ao meu lado... e assim eu sigo a minha vida e estou bem dessa forma.
Eu gosto das canções do Fernandinho, porque ele consegue tocar no nosso coração sem ofender nossa crença, nossa índole e nosso jeito de ser... e sinto que Deus nos enxerga dessa forma, em como somos por dentro, como é o nosso coração e nossa alma. Foi um show muito bonito e que me trouxe lembranças bonitas.
Em setembro, eu aproveitava os dias sozinha no gabinete do MP para pedir almoço para mim, nesse dia, pós pagamento, me permiti comer Outback com tudo que tinha direito. Foi pink lemonade, sanduíche, batata recheada e salada como entrada principal.
Me esbaldando nos mini perfumes de grife da minha amiga My
Encantada com as flores do BH Shopping
E como nada nessa vida são flores, dia 01/10/2025, perdi minha avó materna. Faltando 18 dias para meu aniversário, me deparo com essa triste notícia que acabou com minha noite de quarta-feira. Chorei tanto, sofri tanto ao chegar na casa dela e ver as coisinhas dela no lugar que ela deixou, as plantinhas no quintal de casa "implorando" por água, a casa sem graça sem a presença dela, sem suas histórias e sem sua risada.
Minha avó morreu de repente, após almoçar e tirar o cochilo da tarde, acordou sentindo falta de ar e por um breve momento, parou de respirar. Os médicos tentaram reanimá-la, mas não teve jeito, ela tinha ido embora. Foi uma morte natural, sem doença, sem sofrimento, sem estar num hospital ou precisar utilizar medicamentos para sobreviver. Eu achei que ela viveria por até 100 anos, mas a morte resolveu recolhê-la aos 87 anos.
Dona Leda foi muito querida e amada por todos, deixa uma saudade imensa, ainda mais no meu coração, pois não consegui cumprir um pedido que ela fez para mim, que era para minha família e eu a visitá-la mais vezes. Eu prometi que iria fazer e não cumpri, porque priorizava o trabalho consecutivo. A vida é um sopro e a última vez que a vi em vida foi no dia dos pais, em 2024, há mais de um ano, sendo que ela morava na cidade vizinha que a minha. Me perdoa, vó, eu achei que teríamos mais tempo para estarmos juntas, mas a morte deu uma rasteira. Até hoje me arrependo por não ter te dado um último abraço, ter te pedido a última benção em vida... se eu pudesse voltar no tempo, eu voltaria.
Seu tumulozinho ficou lindo com essas coroas de flores enviadas por pessoas queridas e especiais. Como homenagem, deixamos ao seu ladinho as flores que você mais amava na vida, a flor copo de leite, que a senhora tenha o descanso eterno que merece, que tenha reencontrado seus filhos que partiram e um dia, a gente se encontra aí do outro lado.
E como a vida não é fácil, fui trabalhar nesses dias de luto, foi difícil, tão difícil que um dia desses, indo para o BH Shopping, não contive as lágrimas e chorei no Uber, desabafei com o motorista sobre tudo que estava acontecendo e ele me falou que também estava passando por situações difíceis, pois seu filho estava na UTI lutando pela vida após contrair meningite e, se sobrevivesse, teria sequelas gravíssimas. Que, antes da doença, o filho era saudável, inteligente, brincalhão... mas a doença chegou e acabou com tudo.
E juntos, tivemos a mesma pergunta... por que Deus permitiu que isso acontecesse conosco? Qual o propósito nisso? Somos pessoas de bom coração, realmente merecíamos passar por isso? Tem gente tão cruel nesse mundo que parece que fica impune ou que nada de ruim acontece com ele... por quê as pessoas boas sofrem tanto?
Pela segunda vez, fui ao Shopping Del Rey e aproveitei para tirar fotos da decoração de natal
Feriado de novembro, saí para comemorar o aniversário da minha amiga Myllita e eu bebi caipirinha de maracujá (delicinha, mas achei fraco), caipivodka de morango (achei horrível), churrasquinhos e sambei um bocado (mesmo detestando música de samba), já que só se vive uma vez. Fomos no Altas Horas Fleming e achei o banheiro de lá uma fofura... porém detestei o fato de ter que pagar para entrar e mais ainda ser revistada para entrar e sair.
A Bacio do Del Rey está uma fofura de linda
Comprei as Vivaras para presentear minhas amigas Myllena e Larissa. 💟
Mais uma vez a vida deu uma rasteira... dia 16/12/2025, terça-feira, estava de home office quando recebo a notícia de que minha tia Cidinha tinha falecido. Aí foi minha vez de comunicar minha mãe sobre o falecimento da irmã dela e também a amiga mais próxima que ela tinha. Minha mãe perdeu o chão e eu também. Em menos de três meses, outra perda na família, de pessoas tão próximas da gente.
Quando minha avó faleceu, eu vi minha tia Cidinha e percebi o quão debilitada de saúde ela estava, no fundo do meu coração, eu sabia que ela não iria aguentar por muito tempo, só não sabia que ela faleceria dois meses após a perda da minha avó. Minha tia teve covid-19 duas vezes, o que afetou e muito sua respiração... nos últimos meses de sua vida, ela usava cilindros de oxigênio para poder respirar melhor. Fora os demais problemas de saúde que ela tinha, que acabou prejudicando sua recuperação.
Ela partiu no hospital Santa Casa de BH, um lugar que ao longo dos tempos eu vivia tirando fotos do símbolo vermelho do hospital, porque achava bonito, mal sabia eu que seria o lugar em que ela iria morrer. O que me conforta é que a minha tia descansou, ela estava doente e não conseguiria mais sobreviver sem a ajuda dos outros (ou seja, não teria a independência dela em morar sozinha em casa e ter sua vida gerenciada por ela mesma).
O que fica são as boas lembranças, que carrego comigo. Ela era minha tia preferida, desde criança, antes dos meus avós maternos se mudarem para Contagem/MG, minha tia Cidinha já morava na cidade e eu amava estar na casa dela, comendo a comida deliciosa que ela preparava, rindo dela colocando música alta e pegando os cachorros no colo para dançar. Saudades dela comemorando as vitórias do Galo (inclusive, em seu caixão, fiz questão de colocar a bandeira do Atlético Mineiro, já que ela era fanática) e principalmente, do tanto de vezes que ela ajudou a mim e a minha família nos momentos mais difíceis.
Acho que já contei em algum post por aqui, que foi graças a ela que tivemos uma ceia de natal digna em casa, foi ela que quando não tínhamos dinheiro para comprar algo básico em casa, ela depositava o valor na conta para nos ajudar (já que na época não existia Pix). Sou muito grata por tudo que ela fez por mim, pela minha mãe e irmão. Meu natal de 2025 foi o mais sem graça possível, pois lembrei da minha tia e da minha avó (na época, costumávamos passar o natal na casa da minha avó e minha tia sempre estava presente, para nos visitar), pena que hoje, são apenas lembranças boas. Descanse em paz, tia, em um futuro próximo, mas ainda distante, a gente se reencontrará.
E o último clique do ano foi no shopping Del Rey, como disse no post anterior, não estou com muita expectativa com 2026, para mim será apenas mais um ano. E como todo ano, terá história para contar, espero que seja histórias e vivências boas, já que o segundo semestre de 2025 foi muito triste. Cenas dos próximos capítulos... até a próxima retrospectiva!
Beijos.
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