Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

24 novembro 2017

Corredor

Oi gente!
Estou aproveitando o tempo bom em BH para atualizar (como sempre) o blog para vocês.
Hoje, resolvi abordar um tema de decoração bem interessante e inspirador, afinal, para ter uma casa decorada, não precisa de muito espaço. Devido a isso, trago para vocês algumas inspirações em fotos de decorações em corredores médios ou pequenos. Confiram:


 Seja utilizando quadros, fotografias, molduras, adesivos e demais itens relacionados, os corredores da nossa casa não podem ficar despercebidos e excluídos de uma boa decoração. O intuito dessa postagem é justamente mostrar em fotos, várias inspirações para diversos gostos e estilos. Vale a pena se inspirar e colocar em prática essa feição e adornamento.











Gostaram da decoração? Comente!



Até a próxima!
Beijos.

23 novembro 2017

Aplicadores de máscara de cílios

Oi gente!
Hoje aqui em casa chegou minha nova máscara de cílios, comprei uma baratex na revista Avon e estou louca para testar, já que amo rímel e não saio de casa sem ele. E nesse tema, vou compartilhar com vocês os tipos e modelos de cada aplicador, com suas respectivas funções. Vamos conferir?


Cerdas curtas e espaçadas: São aplicadores escovinhas com cerdas curtas e espaçadas, ideais para separar os fios e alongar os cílios.

Cerdas longas e unidas: Servem para dar volume e preenchimento aos fios.

Cerdas irregulares: Intercala entre cerdas curtas e longas, gerando uma aplicação mais uniforme.

Curvador: O aplicador em formato de C, aumenta a curvatura dos cílios e facilita a aplicação, imitando o formato natural dos olhos.

Cone: Por ter um aumento gradual nas cerdas, proporciona maior volume nos cantos externos dos cílios, facilidade em aplicar nos cantos internos, dando um olhar mais longo.

Cheio e arredondado: Dá volume aos cílios, pois, retém mais produto no aplicador.

Ouriço: Ideal de utilizar nas partes mais difíceis dos cílios, como a parte inferior e os cantos internos.




Gostaram da postagem? Comente!


Até a próxima!
Beijos. 

22 novembro 2017

Orientação vocacional

Oi gente!
O post a seguir foi retirado do site Educaedu Brasil a pedidos da querida Bárbara Borges, espero que gostem. Confiram:


A Orientação vocacional geralmente é realizada por psicólogos, que através da pesquisa e análise de provas de interesses, aptidões e personalidade, apoia ao aluno no percurso acadêmico e profissional indicado, além de sugerir estratégias de autoconhecimento. Mas qual é nossa vocação profissional? Este é um dos interrogantes que surge quando estamos por finalizar o ensino médio ou quando não começamos ainda uma formação de educação superior. Se não conhecemos nossa vocação, fica difícil saber qual caminho profissional devemos seguir. Sem dúvida, encontrar áreas de estudo relacionadas aos nossos interesses, habilidades e aptidões não é tarefa fácil, especialmente se não foram exploradas 100% e algumas ainda não foram descobertas. Por isso é muito importante identificar os pontos que nos ajudam a tomar a decisão certa.



O que eu gosto de fazer?

Este primeiro ponto é primordial. Não devemos confundir nossos hobbies com nossas habilidades e destrezas. Muitos de nós gostamos de ver televisão, mas apesar disso, esta ação não está internamente relacionada com a nossa vocação, a não ser que alguns programas concretos sobre: animais, arte, esportes, moda, etc, nos agrade muito. Neste caso, podemos considerar isto como uma inclinação sobre o que nos chama a atenção para estudar, sem ser um fator determinante. Devemos estabelecer em quais áreas nos destacamos e quais nos apaixonam. Por exemplo, se gostamos de matemática e consideramos que temos habilidades nas carreiras que as contêm, então será um ponto de partida para escolher uma formação relacionada com a mesma.



Que opções de estudo existem?

Atualmente a oferta educativa é tão ampla e variada. Podemos fazer infinitas pesquisas pela internet para desta maneira encontrar o que queremos estudar, desde uma carreira técnica ou tecnológica até uma carreira profissional. Quando estabelecemos a área de interesse, podemos nos enfocar em encontrar uma formação que se adapte ao que queremos fazer por muitos anos. No mundo todo, diversas instituições educativas oferecem cursos que se adaptam as nossas necessidades e preferências, dando-nos um abanico de possibilidades nas quais teremos mais espaço para optar por um tipo de estudo de acordo às habilidades que possuímos. Alternativas como: flexibilidade horária, metodologia de estudo, modalidade, formas de pagamento e financiamento contribuem para reduzir o filtro e alcançar as respostas para nossas inquietudes.

Níveis de estudo na Educação Superior: 

  • Carreira de nível Técnico: É um estudo caracterizado por ser mais curto que uma carreira profissional (1 a 2 anos), de menor custo, conciso e de maior especificidade ao se aprofundar em áreas concretas, com um alto nível de prática. Se o estudo for realizado numa instituição reconhecida pelo Ministério de Educação, independentemente do país, se obtêm um título de Técnica/o. https://www.educaedu-brasil.com/curso-tecnico
  • Carreira Tecnológica: É similar à carreira técnica; duração intermedia de formação (2 a 3 anos). Diferencia-se da anterior por sua metodologia e processo de investigação; está pensada para sistematizar a experiência. O título recebido é o de Tecnóloga/o, sempre e quando se trate de uma instituição respaldada pelo Ministério de Educação do Brasil.
  • Carreira Profissional (Licenciatura ou Bacharelado): O tempo de duração é mais prolongado (4 a 5 anos, ou mais); o conhecimento é vasto, dá igual importância à parte teórica e prática. Abarca matérias intrínsecas à área de estudo e outras humanísticas, sem que estejam diretamente vinculadas com a temática da carreira. Os títulos recebidos em sua grande maioria dão a possibilidade ao aluno de seguir seus estudos em cursos de pós-graduação. https://www.educaedu-brasil.com/graduacao




Indagar, investigar, explorar:

É importante investigar muito além do nome do curso que queremos estudar. Como diz o ditado “a embalagem pode nos atrair mais que o conteúdo”. Ao escolher uma carreira, devemos considerar estes pontos:

  • Matérias
  • Duração
  • Campos de ação
  • Trajetória da instituição
  • Se a instituição e o curso são reconhecidos pelas autoridades de educação pertinentes
  • Convênios com outras instituições
  • Corpo docente
  • Comentários de alunos e graduados
  • Atividades extracurriculares
Buscar assessoria:

Ao concluir o ensino médio, não devemos nos precipitar em determinar o que vamos fazer a nível universitário sem antes pesquisar muito. Com o passar dos anos, uma decisão apressurada pode traduzir-se em frustração. Por sorte existem diversas instituições que oferecem testes vocacionais aos seus alunos em potencial, geralmente são espaços acadêmicos, nos quais se busca reconhecer os talentos de cada pessoa, em áreas pontuais. Poderíamos pesquisar diretamente nas universidades onde gostaríamos de estudar, muitas delas oferecem este tipo de assessoria. Podemos também realizar oficinas ou programas curtos que estimulem nossa capacidade cognitiva na execução dos conteúdos que queremos abordar. Não devemos deixar de lado os testes online gratuitos oferecidos na internet tanto por instituições de ensino quanto por páginas web independentes, tais como: guiadacarreira.com.br/teste-vocacional/, testevocacional.org, testevocacionalonline.com.br.
É aconselhável buscar orientações profissionais aprovadas por instituições de renome.



Quanto tempo quero dedicar a minha formação profissional?

Com certeza o tempo que queremos destinar a nossa preparação acadêmica vai ser um componente essencial na decisão que tomarmos. Como mencionávamos, o tempo de duração varia conforme os tipos de formação existentes: carreiras técnicas, carreiras tecnológicas, licenciaturas e bacharelados. Devemos definir se estamos inclinados a gastar menos tempo estudando porque queremos nos enfocar principalmente em trabalhar ou em ter mais tempo livre ou se pelo contrário, buscamos um estudo que contenha muitas horas de dedicação porque nos apaixona a aprendizagem que será adquirida durante esse período. Nenhuma das duas escolhas está errada, ambas vão favorecer nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Pessoal já que estaremos fazendo o que nos faz sentir bem de acordo com a nossa vontade. Profissional porque no futuro, o entorno laboral no qual vamos nos desempenhar, como vamos avançar nele e a autorrealização que vamos atingir, será o reflexo da nossa decisão e de como vamos afrontá-la no transcurso da vida.



Gostaria de me formar no que meus pais, familiares ou amigos estudaram. Em algumas ocasiões, as profissões dos nossos pais, irmãos, núcleo familiar e amigos, influi no que pensamos que é nossa verdadeira vocação. Apesar disso, não é sempre assim. Se partirmos do principio de que temos que seguir os passos dos demais por sua vida profissional exitosa, porque parecem pessoas apaixonadas pelo que fazem e satisfeitas com o trabalho que desempenham; deixando de lado nosso conhecimento, interesses, gostos, talentos, habilidades e aptidões, não estamos indo pelo caminho correto. Outro erro comum é optar por áreas que estão na moda, só porque são estudadas por famosos e porque são divulgadas em diversos meios de comunicação e redes sociais. Apesar da assessoria brindada por pessoas do nosso entorno e próximas a ele sobre suas próprias experiências acadêmicas, ao longo de suas trajetórias profissionais, desde o que estudaram ou estudam até sua ocupação atual, ser um enorme marco de referência e guia para nós, esmo assim devemos investigar se o que para estas pessoas parece apaixonante ou as experiências negativas que tiveram são o espelho do que aconteceria com a gente se escolhêssemos a mesma profissão. Investigar, indagar, averiguar, explorar é nossa maior tarefa.


O aspecto econômico me interessa mais que minha vocação.

Se este é o caso, então estamos indo pelo caminho incorreto. É verdade, o aspecto econômico é uma variável que deve ser considerada, mas não é a mais importante. Se optarmos por uma profissão que por seu campo de ação traga altos ingressos, mas seu conteúdo não é interessante, e não se adapta aos nossos interesses, não estaremos tomando uma decisão acertada. Existem profissões com menor saída laboral que outras, apesar disso e se consideramos nossas habilidades, é mais provável que no futuro conseguiremos tirar um grande da nossa escolha; estaremos agrupando o que somos, o que queremos ser e onde queremos chegar. Com a ampla oferta acadêmica atual, encontraremos carreiras com temáticas que se ajustam aos nossos desejos profissionais. O Dr. Rick Sommer, diretor executivo dos programas acadêmicos da universidade de Stanford University dos Estados Unidos, manifestou que os estudantes que realmente buscam um desafio, conseguem desenvolver seus talentos ao máximo. Assim são as coisas, se nos desafiamos e encontramos uma formação da qual gostamos, conseguiremos alcançar mais facilmente nossas metas e objetivos. Vale lembrar! A área e o nível de estudo que escolhermos vão refletir no crescimento e progresso que atingiremos ao longo da nossa trajetória profissional. A motivação para triunfar será o que nos apaixone, nos mobilize e impulse a ser melhores a cada dia,  e nos permita demonstrar em qualquer espaço, nossa capacidade de adaptação e compromisso em qualquer ocupação na qual nos dediquemos.

Escrito por: Educaedu Brasil


Gostaram da postagem? Comente!


Até a próxima!
Beijos. 

Querido passado...



Escrevo hoje apenas para dizer que não preciso mais de você, e não adianta me atormentar ou me comover com suas palavras ou lembranças a pensar diferente! Nos últimos anos, você me irritou, me magoou, me fez sofrer e me fez chorar. Quando pensei que você era o amigo em que eu podia contar, você foi o primeiro a virar as costas, zombar da minha infelicidade e ir embora. Porém, quando você foi embora, eu tomei uma atitude... mudei minha percepção sobre o mundo, enxuguei minhas lágrimas, reergui minha cabeça, amadureci e me tornei mulher... uma mulher que aprendeu que nessa vida, há tempo para tudo, e ficar se apoiando somente do passado não nos leva a lugar algum. Por isso, se você algum dia lembrar de mim e quiser voltar, a resposta será não!

Com muito esforço, eu resolvi deixar você passado, refiz as minhas malinhas e pretendo viajar para um lugar bem distante chamado felicidade. Escrevi essa carta de despedida à você, assinalada por aquela que antes habitava na sua solidão e que hoje vive no singelo presente, almejando imensamente pelo benévolo futuro.

O passado nas nossas vidas sempre virá nos atormentar, e só restará para nós transformarmos essas lembranças em algo melhor. É claro que algumas nessas marcas do passado são tão impactantes que não conseguimos esquecê-las logo de cara... por isso, seja corajosa, abandone o passado e viva o presente. É difícil no início, mas no final, percebemos que valeu a pena o sacrifício e acima de tudo, que nossa vida, além de uma dádiva é um triunfo.



Até a próxima!
Beijos.